Pesquisa nas Definições por:

    SUSPENDESSEM

    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    Que suspende a saída das gorduras do tecido adiposo....


    empatado | adj.

    Em que houve empate....


    interrupto | adj.

    Interrompido, descontinuado, suspenso....


    represado | adj.

    Que se represou; detido, suspenso....


    suspenso | adj.

    Pendurado; pendente....


    meteoro- | elem. de comp.

    Exprime a noção de fenómeno atmosférico (ex.: meteorologia)....


    argolista | n. 2 g.

    Ginasta que trabalha nas argolas suspensas....


    bandoleira | n. f.

    Correia, geralmente de couro, tecido ou material sintético, presa longitudinalmente a um utensílio, que serve para o suspender ou transportar ao ombro ou a tiracolo (ex.: bandoleira regulável de carabina)....


    batisfera | n. f.

    Esfera muito resistente, suspensa por um cabo que permite descer às profundidades do mar....


    calaza | n. f.

    Ponto da semente por onde se alimenta o embrião....


    châtelaine | n. f.

    Cadeia para trazer uma medalha suspensa do pescoço....


    chicolapé | n. m.

    Ato de saltar ou caminhar com um pé só, suspendendo o outro....


    chinclopé | n. m.

    Ato de saltar ou caminhar com um pé só, suspendendo o outro....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.