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    suspeite-mas

    daí | contr.

    Usa-se para indicar a origem ou a proveniência de um local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: saímos daí ainda de madrugada)....


    insuspeito | adj.

    Não suspeito; sobre o qual não recai suspeita....


    Que pode perceber ou ouvir qualquer bulha por mais pequena que seja....


    presumível | adj. 2 g.

    Que se pode supor ou suspeitar....


    barrunto | n. m.

    Ação de barruntar....


    vislumbre | n. m.

    Reflexo de luz indecisa, pequeno clarão....


    berlique | n. m.

    Pequeno objeto de adorno que se usa pendurado em cadeia de relógio, pulseira, fio, etc....


    achaque | n. m.

    Ataque de doença habitual....


    rebate | n. m.

    Ato ou efeito de rebater; ágio....


    suspeição | n. f.

    Suspeita ou conjetura desfavorável acerca da probidade ou imparcialidade de alguém....


    suspeita | n. f.

    Conjetura, desconfiança mais ou menos fundada....


    suspicácia | n. f.

    Qualidade de suspicaz, do que desconfia ou causa suspeita....


    limpo | adj. | n. m. | adv.

    Isento de sujidade ou imundície....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Quando num texto aparece um discurso directo, iniciado por travessão, de uma pessoa para outra, se a seguir essa mesma pessoa inicia outro discurso directo com uma terceira pessoa, sem nenhum discurso intermédio de ninguém, esse segundo discurso pode ser incluído no primeiro (aproveitando o travessão anterior) ou deve ser iniciada uma nova frase com outro travessão? Exemplo: - João, anda cá. Joana, vai para ali. ou - João, anda cá. - Joana, vai para ali.