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    suprimiras-mas

    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    isento | adj.

    Desobrigado....


    omisso | adj.

    Em que há omissão....


    preciso | adj.

    Que faz falta (ex.: fez uma lista de tudo o que era preciso para a viagem)....


    Relativo a imunossupressão ou que enfraquece ou suprime as reações imunológicas (ex.: efeito imunossupressivo)....


    abcissa | n. f.

    Uma das duas coordenadas que servem para fixar um ponto num plano....


    colchete | n. m.

    Par de peças de metal que serve para abotoar, composta de gancho (macho) e de olhal (fêmea)....


    Radiografia praticada colocando a ampola com raios X longe do paciente (2 a 3 metros), o que suprime a deformação cónica da imagem....


    tonsura | n. f.

    Ato ou efeito de tonsurar....


    Mecanismo de exclusão inconsciente através do qual o sujeito suprime momentos desagradáveis ou situações traumáticas da memória....


    Apostolinos | n. m. pl.

    Ordem religiosa de Génova suprimida por Sisto V....


    Sistema de alimentação no qual se suprimem todas as espécies de carne (vegetarianismo) ou mesmo todos os produtos de origem animal (vegetarianismo puro ou vegetalismo), com um fim profilático, curativo ou ético....


    imunossupressor | adj. n. m.

    Que ou o que enfraquece ou suprime o sistema imunológico ou as reações imunológicas....


    imunodepressor | adj. n. m.

    Que ou o que enfraquece ou suprime o sistema imunológico ou as reações imunológicas....


    imunodepressivo | adj. | adj. n. m.

    Relativo a imunodepressão ou que enfraquece ou suprime as reações imunológicas (ex.: ação imunodepressiva; efeito imunodepressivo)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?