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    serralhados

    carmona | n. f.

    Ferrolho que, posto em toda a altura de portas ou janelas, se insere ao mesmo tempo na duas extremidades quando se roda uma maçaneta....


    cremona | n. f.

    Ferrolho que, posto em toda a altura de portas ou janelas, se insere ao mesmo tempo na duas extremidades quando se roda uma maçaneta....


    corta-frio | n. m.

    Cunha de aço com que se corta ferro em frio....


    craveiro | n. m.

    Planta herbácea (Dianthus caryophyllus) da família das cariofiláceas, cuja flor é o cravo....


    entredois | n. m. 2 núm.

    Instrumento para apertar as cabeças dos parafusos chamados de cabeça-de-tremoço....


    serralha | n. f.

    Planta da família das asteráceas....


    serralharia | n. f.

    Oficina ou arte de serralheiro....


    serralhinha | n. f.

    Planta da família das asteráceas....


    serralho | n. m.

    Palácio de sultão, no império otomano....


    tarraxa | n. f.

    Peça comprida com rosca, destinada a apertar ou prender duas ou mais peças ou superfícies....


    frágua | n. f.

    Fornalha de ferreiro....


    freio | n. m.

    Peça de metal que se mete na boca das cavalgaduras para as guiar....


    harém | n. m.

    Conjunto dos aposentos da casa de muçulmanos ricos (príncipes, sultões) onde habitam as esposas e criadas....


    preguiça | n. f.

    Propensão para não trabalhar....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.