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    segui-lhes

    alcióneo | adj.

    Do alcião ou a ele relativo....


    ancho | adj.

    Largo, amplo (ex.: ancho mar; ancha de quadris)....


    apus | adv.

    Após, em seguida, atrás, à força....


    bem- | elem. de comp.

    Entra na composição de várias palavras e significa bem, de maneira excelente. (É seguido de hífen quando o segundo elemento começa por vogal ou h, ou então por consoante, mas esta em perfeita evidência de sentido.)...


    canónico | adj.

    Do cânon ou a ele relativo....


    Da cronologia, segundo a cronologia....


    diante | adv. | prep.

    Defronte; em frente; à vista; em primeiro lugar; na sua presença....


    detrás | adv.

    Na parte posterior; depois....


    euclidiano | adj.

    Relativo a Euclides de Alexandria, matemático grego do século III a.C....


    Do Evangelho; conforme manda o Evangelho; que segue a lei de Cristo....


    De modo inclusivo; sem exclusão (ex.: as interferências corrompem inclusivamente o sistema financeiro)....


    Designativo do verso formado por um dímetro jâmbico, seguido de uma tripodia dactílica catalética....


    judaico | adj.

    Relativo aos judeus ou ao judaísmo....


    já | adv. | conj. coord.

    Neste instante (ex.: saia já daqui!)....


    oclusivo | adj.

    Que produz oclusão....


    Que segue um método farmacêutico muito simples....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?