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    saturamos-to

    farto | adj.

    Plenamente satisfeito....


    palmítico | adj.

    Diz-se de um ácido gordo saturado encontrado em animais e plantas e que é o principal componente do óleo de palma....


    saturável | adj. 2 g.

    Suscetível de saturação....


    Diz-se de qualquer corpo que só é saturado por quatro átomos de hidrogénio ou de outro corpo monovalente....


    insaturado | adj.

    Cujas moléculas têm ligações duplas ou triplas (ex.: composto insaturado)....


    cheio | adj. | n. m.

    Que tem dentro tanto quanto pode conter....


    salmoura | n. f.

    Conservação de carnes, peixes, etc. em sal....


    Ato de fazer dissolver num líquido uma substância excedente àquela que, em condições normais, bastaria para saturar o mesmo líquido....


    nafteno | n. m.

    Hidrocarboneto cíclico saturado encontrado em vários tipos de petróleo....


    gasosa | n. f.

    Bebida refrigerante saturada de ácido carbónico....


    propano | n. m.

    Hidrocarboneto saturado gasoso (C3H8) empregado como combustível....


    Ato de fazer dissolver num líquido uma substância excedente àquela que, em condições normais, bastaria para saturar o mesmo líquido....


    alcoóleo | n. m.

    Preparação alcoólica saturada dos princípios de determinadas substâncias por meio de solução, maceração ou digestão....


    etano | n. m.

    Hidrocarboneto saturado de composição C2H6....


    parafina | n. f.

    Substância cerácea que é constituída por uma mistura de hidrocarbonetos saturados e resíduo de destilação do petróleo, usada no fabrico de velas, entre outras utilizações....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?