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    sanearas-mas

    saneável | adj. 2 g.

    Que se pode sanear....


    bueiro | n. m.

    Buraco, rego ou cano para esgoto de águas....


    submoradia | n. f.

    Moradia muito precária, nomeadamente sem condições de saneamento básico....


    saneante | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. m.

    Que saneia ou faz o saneamento....


    saneador | adj. n. m.

    Que ou aquele que saneia....


    desinfetar | v. tr. | v. intr.

    Livrar do que infeta....


    massificar | v. tr. e pron.

    Tornar ou tornar-se comum ou conhecido em relação à maioria da população (ex.: pretendemos massificar o saneamento básico; o ensino massificou-se)....


    poço | n. m. | interj.

    Cova funda aberta no solo para exploração de água....


    porta | n. f. | adj. f. n. f.

    Abertura para entrar ou sair....


    caixa | n. f. | n. 2 g. | n. m.

    Qualquer recipiente rígido usado para guardar ou transportar alguma coisa....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?