Pesquisa nas Definições por:

    restitui-nos

    Em condições de ser entregue; que se deve restituir....


    restituível | adj. 2 g.

    Que se pode ou se deve restituir....


    Que restitui ou serve para restituir; em que há restituição (ex.: sanção restitutiva)....


    retornável | adj. 2 g.

    De que se pode retornar ou voltar atrás (ex.: caminho retornável; viagem retornável)....


    irretornável | adj. 2 g.

    De que não se pode retornar ou voltar atrás (ex.: passado irretornável)....


    memória | n. f. | n. f. pl.

    Faculdade pela qual o espírito conserva ideias ou imagens, ou as readquire sem grande esforço....


    mola | n. f.

    Peça metálica que imprime movimento ou que restitui alguma peça ao seu primitivo estado....


    renda | n. f.

    Quantia paga regularmente pelo locatário de uma casa ou propriedade ao seu proprietário....


    síntese | n. f.

    Figura que consiste em reunir numa só duas palavras primitivamente separadas....


    remissão | n. f.

    Ato ou efeito de remitir....


    colação | n. f.

    Ação ou poder de conferir um benefício eclesiástico....


    dação | n. f.

    Pagamento ou restituição de coisa devida (ex.: o bem imóvel foi entregue ao credor em dação para pagamento da dívida)....


    comodato | n. m.

    Empréstimo de coisa não fungível, que se há de restituir findo o prazo estipulado....


    draubaque | n. m.

    Restituição dos direitos pagos na alfândega, quando certos artigos importados são reexportados tal como entraram ou depois de manipulados....


    usura | n. f.

    Contrato pelo qual se cede certa quantia ou objeto, mediante retribuição legal ou a que for estipulada enquanto não se restitui essa quantia ou objeto....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?