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    ressequiste-me

    esmarrido | adj.

    Ressequido, seco; desanimado....


    múmia | n. f.

    Cadáver conservado por um processo de tratamento, inicialmente desenvolvido pelos antigos egípcios....


    seco | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Que não tem água ou humidade....


    batuera | n. f.

    Maçaroca do milho, depois de esbagoada....


    abrasar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Pôr em brasa....


    amoxamar | v. tr. | v. tr. e pron.

    Secar como moxama....


    exsicar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Privar de ou perder toda a humidade....


    mirrar | v. tr. | v. intr. e pron.

    Preparar com mirra....


    ressequir | v. tr. | v. pron.

    Secar muito....


    ressicar | v. tr.

    Tornar muito seco; ressequir. (Ver ressecar.)...


    mumificar | v. tr. e intr. | v. tr., intr. e pron.

    Converter em múmia....


    torrado | adj. | n. m.

    Que se torrou....


    aridificar | v. tr. e pron.

    Tornar ou ficar árido ou ressequido; causar ou sofrer aridez....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?