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    Resolvessem-Me

    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    Que resolve os cálculos da bexiga....


    complicado | adj.

    Difícil de resolver, de compreender ou de fazer....


    determinado | adj. | det. e pron. indef.

    Que se determinou....


    extraparlamentar | adj. 2 g.

    Que não pertence ao parlamento ou que acontece fora do parlamento (ex.: luta extraparlamentar; partido político extraparlamentar)....


    inextricável | adj. 2 g.

    Que está muito embaraçado, entrelaçado; que não se pode desenredar (ex.: rede inextricável)....


    irresolvível | adj. 2 g.

    Que não tem resolução possível; que não se pode resolver....


    movido | adj.

    Que se pôs ou foi posto em movimento; que se moveu....


    Que é próprio para resolver; que produz resolução (ex.: cláusula resolutória)....


    resolúvel | adj. 2 g.

    Que pode resolver-se; que tem solução (ex.: casos resolúveis; problema resolúvel)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?