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    requer-te-eis

    No momento em que o processo vai começar (ex.: apresentar um requerimento in limine litis)....


    audaz | adj. 2 g.

    Que tem audácia ou impulso para realizar atos difíceis ou perigosos (ex.: jogador audaz)....


    diluente | adj. 2 g. | n. m.

    Que dilui....


    provará | n. m.

    Cada um dos artigos ou argumentos em que se desenvolve um libelo ou requerimento inicial de causa ordinária....


    requisito | n. m. | adj.

    Coisa necessária e indispensável....


    essencial | adj. 2 g. | n. m.

    Constitutivo da essência....


    suplicado | adj. | n. m.

    Que se suplicou....


    apoiamento | n. m.

    Ato ou efeito de apoiar ou de se apoiar (ex.: o requerimento tem o apoiamento de vários deputados)....


    embargo | n. m. | n. m. pl.

    Obstáculo; estorvo; apreensão....


    ementa | n. f.

    Breve apontamento para lembrança....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?