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    reprovar-nos

    carimbado | adj.

    Que tem marca de carimbo....


    espurco | adj.

    Que apresenta sujidade ou pouca higiene (ex.: calçada espurca)....


    lindo | adj. | interj.

    Belo; formoso....


    reprovável | adj. 2 g.

    Que merece reprovação; que se deve reprovar....


    sujo | adj.

    Que apresenta sujidade....


    Que reprova ou exprime reprovação (ex.: gesto reprovativo; olhar reprovativo)....


    mau | adj. | n. m. | interj.

    De qualidade fraca ou insuficiente (ex.: mau texto)....


    reprovação | n. f.

    Ato ou efeito de reprovar; rejeição....


    soco | n. m. | interj.

    Pancada com a mão fechada....


    adiamento | n. m.

    Ato ou efeito de adiar....


    bombeação | n. f.

    Ato de bombear ou reprovar em exames....


    bonito | adj. | n. m. | interj. | adv.

    Que é agradável à vista ou é do gosto de quem vê....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?