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    reproduzi-ta

    anaeróbio | adj.

    Que pode viver e reproduzir-se privado de ar....


    Que reproduz, por transporte químico, textos ou desenhos impressos....


    bíparo | adj.

    Que se produz e reproduz aos pares, dois a dois....


    cissíparo | adj.

    Que se reproduz, dividindo-se....


    escarrado | adj.

    Expelido da boca ou das fauces....


    exato | adj.

    Certo; em que não há erro, omissão, fraude, etc....


    fluídico | adj.

    Que diz respeito ou é da natureza do fluido....


    gemíparo | adj.

    Que se reproduz por gemiparidade....


    retratado | adj.

    Tratado de novo, tornado a tratar....


    assexuado | adj.

    Que não tem sexo ou órgãos sexuais....


    sexuado | adj.

    Que tem um sexo....


    Que pode viver e reproduzir-se privado de ar....


    Que soa agradavelmente, que fica bem quando é reproduzido num sistema sonoro (ex.: voz fonogénica)....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?