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    reparta-ta

    bífido | adj.

    Repartido ou fendido ao meio....


    indiviso | adj.

    Que não está dividido; inteiro; não repartido....


    telégrafo-postal | adj. 2 g.

    Que recebe correspondência e telegramas (ex.: estações telégrafo-postais; funcionários telégrafo-postais; repartição telégrafo-postal)....


    amanuense | n. 2 g.

    Pessoa que tinha por função copiar textos manualmente, antes da invenção ou da divulgação da imprensa....


    chancelaria | n. f.

    Repartição em que se põe chancela nos documentos que dela precisam....


    conselho | n. m.

    Parecer que se emite para que outrem o observe....


    dataria | n. f.

    Repartição da Cúria Romana onde se expedem e se cobram as graças concedidas pela mesma....


    departamento | n. m.

    Circunscrição marítima que compreende várias capitanias....


    escançaria | n. f.

    Casa onde os escanções repartiam o vinho....


    executória | n. f.

    Juízo ou repartição por onde corre a execução das dívidas de alguma corporação....


    protocolista | n. 2 g.

    Empregado que, nas repartições públicas, escritura o protocolo....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.