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    recursando-mos

    exofítico | adj.

    Que se desenvolve ou está do lado externo de um órgão (ex.: tumor renal exofítico)....


    improvido | adj.

    Que não teve provimento (ex.: apelação improvida; recurso improvido)....


    irrecorrível | adj. 2 g.

    De que não se pode recorrer; que não admite recurso (ex.: decisão final e irrecorrível)....


    recorrível | adj. 2 g.

    De que há recurso ou de que se pode recorrer....


    Que abre um recurso (ex.: ação recursória)....


    artesanal | adj. 2 g.

    Relativo a artesanato....


    recursivo | adj.

    Que se pode repetir até ao infinito....


    recursal | adj. 2 g.

    Relativo a recurso....


    per saltum | loc.

    Sem cumprir todos os trâmites ou graus intermediários (ex.: progressão per saltum; recurso per saltum)....


    congérie | n. f.

    Reunião ou massa informe de pequenas coisas diferentes....


    gancho | n. m.

    Ferro curvo de que se suspende ou com que se agarra alguma coisa....


    remédio | n. m.

    Qualquer substância de que se faz uso para combater doenças ou indisposições físicas; medicamento....


    socorro | n. m. | interj.

    Ato ou efeito de socorrer; esmola....


    Disciplina que se dedica ao estudo científico do comportamento social dos animais e dos seres humanos, com recurso a conceitos genéticos e evolucionistas....


    biodigestão | n. f.

    Processo de decomposição de matéria orgânica (resíduos animais ou vegetais, excrementos) com recurso a bactérias em ambientes livres de oxigénio....


    empiria | n. f.

    Conjunto de conhecimentos adquiridos pela experiência, através das faculdades sensitivas, sem recurso à lógica e à racionalidade....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?