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    recostando-se

    almofada | n. f.

    Espécie de saco estofado para assento, para recosto da cabeça ou para fins decorativos (ex.: almofada de penas)....


    acúbito | n. m.

    Leito usado na Antiguidade romana para se recostar à mesa....


    canapé | n. m.

    Assento longo de palhinha ou estofado, com braços e recosto....


    recosto | n. m.

    Reclinatório; encosto....


    recovo | n. m.

    Ato de estar recostado sobre o cotovelo....


    orelheira | n. f.

    Orelha de animal, em especial de porco (ex.: aquela parte do cachaço do porco junto à orelheira)....


    cabeçal | n. m.

    Chumaço em roda de uma ferida por baixo da atadura....


    inclinar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Desviar da verticalidade; tornar oblíquo....


    poltronear | v. pron.

    Recostar-se em poltrona....


    reclinar | v. tr. | v. pron.

    Inclinar; dobrar; afastar da posição vertical....


    recostar | v. tr. | v. pron.

    Encostar; deitar; apoiar....


    refastelar | v. pron.

    Encostar-se comodamente....


    refestelar | v. pron.

    Encostar-se comodamente....


    repimpar | v. tr. | v. pron.

    Encher, abarrotar, fartar (a barriga)....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Desde sempre usei a expressão quando muito para exprimir uma dúvida razoável ou uma cedência como em: Quando muito, espero por ti até às 4 e 15. De há uns tempos para cá, tenho ouvido E LIDO quanto muito usado para exprimir o mesmo. Qual deles está certo?