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    recapitulavas

    anacefaleose | n. f.

    Parte final de um discurso ou texto escrito, antes do epílogo, em que se lembram os pontos mais importantes tratados....


    sumário | adj. | n. m.

    Que se limita ao que é essencial ou mais importante....


    epânodo | n. m.

    Repetição ou recapitulação, em separado, de palavras que primeiro se disseram juntas....


    epílogo | n. m.

    Última parte de um discurso, na qual se faz uma leve recapitulação das razões principais que nele entraram....


    resumo | n. m.

    Ato ou efeito de resumir; sinopse....


    sabatina | n. f.

    Controvérsia que nos sábados havia nas aulas de teologia e de filosofia....


    sabatinar | v. tr. | v. intr.

    Submeter a sabatina (ex.: antes da palestra, o historiador sabatinou pessoalmente alguns alunos)....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?