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    roeram-to

    ratado | adj.

    Roído pelos ratos....


    verminado | adj.

    Atacado, roído por vermes....


    traçado | adj.

    Que se traçou ou corroeu....


    resalgar | n. m.

    Pequena lagarta que rói a caruma....


    dorífora | n. f.

    Coleóptero microscópico que rói a batata....


    estiómeno | n. m. | adj.

    Gangrena completa em que a carne fica podre e insensível....


    pêssego | n. m.

    Fruto do pessegueiro....


    roedeira | n. f.

    Som resultante da ação prolongada de roer....


    roedeiro | n. m.

    Peça com que o caçador levanta o falcão depois de este ter comido....


    roedura | n. f.

    Ato ou efeito de roer....


    roaz | adj. 2 g. | n. m.

    Que rói; roedor....


    rol | n. m.

    Humidade da noite....


    dermestes | n. m. 2 núm.

    Inseto coleóptero clavicórneo....


    erosão | n. f.

    Desgaste da superfície da Terra por agentes externos como a água ou o vento (ex.: erosão acelerada do solo; erosão costeira; erosão fluvial; erosão glaciária; erosão hídrica pluvial; erosão marítima)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?