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Usado a cote....
Diz-se do roçado cuja queima não foi completa....
Liso e lustroso....
Que roça ou serve para roçar (falando-se de instrumentos agrícolas)....
Pardacento....
Que se pode cortar ou roçar (falando-se do mato)....
Ato ou efeito de defender ou defender-se....
Tavolagem....
Ferida que o roçar dos arreios causa à cavalgadura....
Conflito, briga, pega....
Rumor de saias que roçam o chão; ruído característico da seda ou outro tecido....
Relativo ou pertencente à Rússia....
Pequena roça ou quinta....
O mesmo que roçadoura....
Roça pequena....
Terreno em que se cria mato para roçar....
Ato de tratar e desmoitar uma roça....
Espojadouro....
Espora pequena....
Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.
1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?
2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.
Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?