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    rezingas

    rezinguice | n. f.

    Qualidade do que é rezingão....


    rezinga | n. f.

    Ato de rezingar....


    rezingão | adj. n. m.

    Que ou aquele que rezinga ou resmunga muito....


    rezingueiro | adj. n. m.

    Que ou aquele que rezinga ou resmunga muito....


    arengar | v. tr. e intr. | v. intr.

    Fazer um discurso....


    recar | v. tr. e intr.

    Dizer em voz baixa com mau humor ou rabugice....


    respingar | v. tr. e intr. | v. intr.

    Dar coices (a cavalgadura)....


    rezingar | v. tr. e intr. | v. tr. | v. intr.

    Dizer coisas em voz baixa, com sinais de descontentamento ou de mau humor....


    barafustar | v. tr. e intr. | v. intr. | v. tr. | v. tr. e pron.

    Manifestar indignação ou reprovação em relação a algo (ex.: barafustaram contra aquela medida; barafustou que a empresa não tinha consideração pelos clientes; se não barafustarem, ninguém responde)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?