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    revendia-mas

    Mulher que comprava géneros à entrada da cidade, para os revender por preço superior....


    boiadeiro | n. m.

    Guardador de gado bovino....


    revenda | n. f.

    Ato ou efeito de revender....


    revendão | n. m.

    Pessoa que compra para revender....


    revendedeira | n. f.

    Mulher que compra para revender (legumes, frutas, etc.)....


    regateira | n. f.

    Mulher que compra víveres para revendê-los no mercado ou pelas ruas....


    cambista | adj. 2 g. n. 2 g.

    Relativo a ou indivíduo que opera em câmbio, trocando dinheiro estrangeiro por nacional ou vice-versa....


    bideira | adj. f. n. f.

    Que ou mulher que revende pescado no comércio informal (ex.: mulheres bideiras; bideira de camarão)....


    candongueiro | adj. n. m. | n. m.

    Que ou quem que faz candonga....


    mercador | adj. n. m.

    Que ou quem compra para revender....


    revendedor | adj. n. m.

    Que ou aquele que revende; revendão....


    palaiê | n. f.

    Mulher que revende mercadoria no comércio informal de rua (ex.: palaiê de peixe)....


    adeleiro | n. m.

    Pessoa que compra roupas e coisas usadas para revender....


    adeleira | n. f.

    Mulher que compra e revende roupas e outros objetos usados....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.