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    REPUSERAS-MAS

    isotónico | adj.

    Que tem a mesma concentração molecular, e, por consequência, o mesmo poder osmótico....


    Aparelho para repor nos trilhos os carros descarrilados....


    reposta | n. f.

    Quantia que se repõe, no voltarete....


    Processo destinado a repor matéria vegetal num solo degradado através da aspersão de um composto formado por água, sementes e fertilizantes....


    riposta | n. f.

    Ato de ripostar....


    bequadro | n. m.

    Sinal gráfico que repõe no tom natural a nota alterada pelo sustenido ou pelo bemol....


    repositor | adj. n. m.

    Que ou quem faz a reposição de produtos vendidos num estabelecimentos comercial....


    Dispositivo que permite interromper ou repor facilmente a corrente de um circuito elétrico; interruptor de corrente (ex.: corta-corrente com chave; o carro tem um corta-corrente antirroubo)....


    autorreparar | v. pron.

    Repor o seu bom estado sem intervenção exterior (ex.: são tecidos que se podem autorreparar)....


    desalterar | v. tr. | v. pron.

    Fazer cessar a alteração de....


    recanalizar | v. tr.

    Voltar a canalizar ou canalizar de outra forma....


    repor | v. tr. | v. pron.

    Tornar a pôr....


    reprisar | v. tr.

    Apresentar novamente um espetáculo, filme, programa televisivo ou radiofónico....


    restabelecer | v. tr. | v. pron.

    Repor no antigo estado ou em condições melhores....


    restaurar | v. tr. | v. pron.

    Reparar, restabelecer....


    remissa | n. f.

    Quantia reposta por um parceiro, no jogo do voltarete e noutros jogos....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?