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    repicando-lho

    repicagem | n. f.

    Ato ou efeito de repicar....


    repique | n. m.

    Ato ou efeito de repicar....


    repiquete | n. m.

    Ladeira íngreme e difícil....


    carrilhão | n. m.

    Conjunto de sinos com que se tocam peças de música....


    repicador | adj. n. m.

    Que ou aquele que repica....


    repenicar | v. tr. e intr. | v. intr.

    Fazer emitir ou dar sons agudos e repetidos, percutindo um corpo metálico....


    repicar | v. tr. | v. intr.

    Tornar a picar....


    repisar | v. tr.

    Pisar segunda vez; pisar muito....


    retacar | v. tr.

    Repicar ou tocar duas vezes (a bola, no jogo do bilhar)....


    tocar | v. tr. e intr. | v. intr. | v. pron.

    Pôr a mão ou o dedo em....


    bimbalhada | n. f.

    Toque ou repique simultâneo de muitos sinos....


    bimbalhar | v. intr.

    Repicar (muitos sinos)....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?