Pesquisa nas Definições por:

    repartiras-mos

    bífido | adj.

    Repartido ou fendido ao meio....


    indiviso | adj.

    Que não está dividido; inteiro; não repartido....


    telégrafo-postal | adj. 2 g.

    Que recebe correspondência e telegramas (ex.: estações telégrafo-postais; funcionários telégrafo-postais; repartição telégrafo-postal)....


    amanuense | n. 2 g.

    Pessoa que tinha por função copiar textos manualmente, antes da invenção ou da divulgação da imprensa....


    chancelaria | n. f.

    Repartição em que se põe chancela nos documentos que dela precisam....


    conselho | n. m.

    Parecer que se emite para que outrem o observe....


    dataria | n. f.

    Repartição da Cúria Romana onde se expedem e se cobram as graças concedidas pela mesma....


    departamento | n. m.

    Circunscrição marítima que compreende várias capitanias....


    escançaria | n. f.

    Casa onde os escanções repartiam o vinho....


    executória | n. f.

    Juízo ou repartição por onde corre a execução das dívidas de alguma corporação....


    protocolista | n. 2 g.

    Empregado que, nas repartições públicas, escritura o protocolo....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?