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    reouvemos-mos

    venda | n. f.

    Ato ou efeito de vender....


    arretar | v. tr. | v. pron. | v. tr. e pron.

    Vender sob condição de poder reaver a coisa vendida....


    reavir | v. tr. e pron.

    Voltar a avir ou a avir-se com....


    recobrar | v. tr. | v. pron.

    Retomar a posse de algo que se perdeu....


    reconvir | v. tr.

    Intentar ação judicial contra (o autor de uma demanda), por encargos que minorem a importância dessa demanda....


    redimir | v. tr. | v. tr. e pron. | v. pron.

    Obter novamente....


    reivindicar | v. tr.

    Exigir algo a que se considera ter direito (ex.: reivindicar um aumento salarial)....


    represar | v. tr.

    Deter o curso de; reprimir, suster....


    resgatar | v. tr. | v. pron.

    Remir a troco de dinheiro ou presentes....


    restaurar | v. tr. | v. pron.

    Reparar, restabelecer....


    restituir | v. tr. | v. tr. e pron. | v. pron.

    Devolver o que foi tomado ou o que se possui indevidamente....


    retomar | v. tr.

    Tornar a tomar....


    receita | n. f.

    Quantia em dinheiro recebida periodicamente....


    reaver | v. tr.

    Haver novamente (ex.: ainda não conseguiu reaver o dinheiro que gastou)....


    cobrar | v. tr. | v. pron.

    Proceder à cobrança de; pedir ou exigir um pagamento do que é devido (ex.: cobrar uma dívida)....


    reavido | adj.

    Que se conseguiu reaver....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?