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    remontaram

    remonta | n. f.

    Compra de gado cavalar ou muar para o exército....


    remonte | n. m.

    Ato de remontar....


    montaria | n. f.

    Provisão ou reforço de cavalos para o exército....


    candombe | n. m.

    Dança muito ritmada, com canto e atabaques, típica da América do Sul, em particular do Uruguai, cuja origem remonta às danças dos escravos africanos. [Em 2009, a UNESCO considerou o candombe património cultural e imaterial da humanidade.]...


    remontada | n. f.

    Recuperação de um estado ou resultado desfavorável, em geral em relação a um evento desportivo....


    harpa | n. f.

    Instrumento de música, triangular, cujas cordas desiguais se dedilham com as duas mãos e cuja origem remonta à Antiguidade....


    prisco | adj. | n. m.

    Antigo; velho (ex.: a fundação da associação remonta a priscos tempos; priscas eras)....


    encabeçar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Pôr (a um escrito) as fórmulas do princípio....


    remontar | v. tr. | v. intr. e pron.

    Fazer subir a lugar elevado....


    transportar | v. tr. | v. pron.

    Levar de um lugar para outro....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?