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    REMENDOU-AS

    chaço | n. m.

    Cunha em que o tanoeiro bate quando aperta os arcos....


    chanato | n. m.

    Sapato largo e velho....


    chapada | n. f.

    Planura ou chã no meio da encosta de um monte ou num terreno elevado....


    empenha | n. f.

    Couro que forma o rosto e lados do calçado....


    remendo | n. m.

    Pedaço de tecido, couro ou outro material usado para consertar roupa, calçado ou objetos rasgados ou furados....


    cuada | n. f.

    Pancada com as nádegas....


    gaspeado | adj. | n. m.

    Em que se puseram gáspeas (ex.: calçado gaspeado)....


    girão | n. m.

    Retalho de pano....


    cotoveleira | n. f.

    Deformação que o cotovelo faz na manga....


    emenda | n. f.

    Ato de emendar ou de se emendar....


    estopada | n. f.

    Quantidade de estopa....


    tomba | n. f.

    Remendo no rosto do sapato....


    meia-sola | n. f.

    Pedaço de couro ou de outro material que se aplica sobre a parte anterior da sola do calçado (ex.: o preço das meias-solas varia). [Mais usado no plural.]...


    conserto | n. m.

    Ato de consertar; reparação; compostura; arranjo; remendo....


    fundilho | n. m.

    Parte posterior das calças, das cuecas ou das ceroulas, que cobre o assento. (Mais usado no plural.)...


    remendeiro | adj. n. m.

    Que ou quem faz remendos....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.