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    regulamentai

    adrede | adv.

    De propósito; de caso pensado (ex.: regulamento adrede divulgado)....


    extrarregulamentar | adj. 2 g.

    Que está fora do regulamento; não autorizado pelo regulamento....


    infenso | adj.

    Que se opõe a (ex.: normas infensas ao regulamento vigente)....


    hurra | interj.

    Grito de guerra com que os soldados ingleses, russos e alemães, arremetem contra o inimigo....


    emolumentar | adj. 2 g.

    Relativo a emolumento (ex.: agravamento emolumentar; regulamento emolumentar; tabela emolumentar; tarificação emolumentar)....


    TVDE | sigla

    Transporte individual e remunerado de passageiros, organizado e disponibilizado a partir de uma plataforma eletrónica e realizado em veículos descaracterizados (ex.: operador de TVDE; regulamentação da atividade de TVDE)....


    de minimis | loc.

    Usa-se em várias áreas legais para se referir a pequenas quantidades ou graus reduzidos de algo (ex.: a comissão estabeleceu um limiar de minimis abaixo do qual se pode considerar que este artigo do regulamento não se aplica; os auxílios de minimis são aplicáveis a empresas de todos os setores; regra de minimis)....


    barreira | n. f.

    Aquilo que restringe ou impede o acesso ou a circulação....


    edito | n. m.

    Parte da lei que expõe as disposições a que ela obriga....


    édito | n. m.

    Ordem judicial em editais ou anúncios....


    ordenança | n. f. | n. 2 g.

    Ordem, mandado, lei....


    teor | n. m.

    Conteúdo textual de um escrito....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?