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    REGALAVAS-MAS

    consolado | adj.

    Que recebeu consolação....


    regalado | adj. | adv.

    Que se regalou....


    vidão | n. m.

    Boa vida; vida regalada; vida de prazer....


    regalo | n. m.

    Ato de se regalar....


    regalada | n. f.

    Espécie de savelha....


    regal | n. m.

    Pequeno órgão portátil, em uso do século XV ao século XVII....


    regalador | adj. n. m.

    Que, aquele ou aquilo que regala, que contenta, que causa prazer....


    regalão | n. m. | adj. n. m.

    Grande regalo....


    manguito | n. m.

    Pequena manga para enfeite ou resguardo dos punhos....


    banquetear | v. tr. | v. pron.

    Dar banquete em honra de....


    regalar | v. tr. | v. pron.

    Tratar com regalo; causar prazer a....


    rever | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Tornar a ver....


    mimo | n. m.

    Condescendência carinhosa com que se trata a outrem....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?