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    refugiando-tas

    cismarento | adj.

    Que tem preocupações ou cismas; que pensa muito ou cisma sobre algo ou alguém (ex.: refugia-se no silêncio, retraído e cismarento)....


    Santo Agostinho, nas hesitações anteriores à conversão, refugiara-se num bosque para meditar e ouviu uma voz pronunciar essas palavras; olhando para o livro que o seu amigo Alípio lia, deparou-se-lhe uma epístola de São Paulo, que decidiu a conversão....


    sim-sim | n. m.

    Subespécie de antílope africano de grande porte (Kobus ellipsiprymnus unctuosus, Laurillard 1842), de pelagem castanha acinzentada, com uma mancha circular branca no quarto traseiro, chifres longos e anelados no macho, que se refugia na água em caso de perigo e que se encontra nas savanas da África subsaariana....


    brandeiro | n. f.

    Pastor que levava o gado até à branda e que lá permanecia durante os meses de bom tempo (ex.: antigamente os brandeiros refugiavam-se nos cortelhos)....


    Antílope africano de grande porte (Kobus ellipsiprymnus), de pelagem castanha acinzentada, com uma mancha circular branca no quarto traseiro, chifres longos e anelados no macho, que se refugia na água em caso de perigo e que se encontra nas savanas da África subsaariana....


    quissema | n. f.

    Antílope africano de grande porte (Kobus ellipsiprymnus), de pelagem castanha acinzentada, com uma mancha circular branca no quarto traseiro, chifres longos e anelados no macho, que se refugia na água em caso de perigo e que se encontra nas savanas da África subsaariana....


    Antílope africano de grande porte (Kobus ellipsiprymnus), de pelagem castanha acinzentada, com uma mancha circular branca no quarto traseiro, chifres longos e anelados no macho, que se refugia na água em caso de perigo e que se encontra nas savanas da África subsaariana....


    inhacosso | n. m.

    Antílope africano de grande porte (Kobus ellipsiprymnus), de pelagem castanha acinzentada, com uma mancha circular branca no quarto traseiro, chifres longos e anelados no macho, que se refugia na água em caso de perigo e que se encontra nas savanas da África subsaariana....


    refúgio | n. m.

    Lugar considerado seguro para nele algo ou alguém se refugiar....


    mocambeiro | adj. n. m.

    Diz-se de ou escravo negro que se refugiava no mocambo....


    refugiado | adj. n. m.

    Que ou aquele que tomou refúgio, que se refugiou....


    corredor | adj. n. m. | n. m. | n. m. pl.

    Que ou o que corre....


    inhacoso | n. m.

    Antílope africano de grande porte (Kobus ellipsiprymnus), de pelagem castanha acinzentada, com uma mancha circular branca no quarto traseiro, chifres longos e anelados no macho, que se refugia na água em caso de perigo e que se encontra nas savanas da África subsaariana....


    abrigar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Dar abrigo a....


    acoitar | v. tr. | v. pron.

    Dar couto ou guarida a....


    acolher | v. tr. e pron. | v. tr.

    Dar ou receber refúgio, abrigo ou proteção (ex.: a instituição acolhe dezenas de sem-abrigo; acolheu-se debaixo do telheiro por causa da chuva)....


    acovilhar | v. tr. e pron.

    Meter(-se) em covil....


    agrimar | v. pron.

    Tomar-se de grima....


    coitar | v. tr. | v. pron.

    Causar sofrimento ou aflição....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?