Pesquisa nas Definições por:

    redobro-nos

    truz-truz | interj.

    Voz imitativa do som produzido por quem bate a uma porta....


    bate-bate | n. m.

    Aparelho de madeira para espantar pássaros....


    ganho-ganho | n. m.

    Serviço prestado em regime informal ou de curta duração, em troca de dinheiro ou alimentos (ex.: alguns cidadãos sobrevivem à base do ganho-ganho)....


    tem-tem | n. m.

    Equilíbrio precário da criança que começa a andar....


    corre-corre | n. m.

    Grande atividade ou agitação....


    telelé | n. m.

    Aparelho portátil com autonomia energética, que funciona em radiofrequência e permite efetuar ligações telefónicas....


    Concentração de muitas pessoas, num determinado local, que se empurram e acotovelam umas às outras por falta de espaço (ex.: não dava para escapar ao empurra-empura junto à porta)....


    redobre | n. m. | adj. 2 g.

    Toque de sinos a dobrar....


    redobro | n. m.

    Ato ou efeito de redobrar....


    caicai | adj. 2 g. n. m. | n. m.

    Diz-se de ou peça de roupa feminina, justa ao tronco, que cobre sobretudo o peito, sem alças nem mangas (ex.: biquíni caicai; caicai estampado) [Equivalente no português do Brasil: tomara-que-caia.]...


    mija-mija | n. m.

    Ejetor de água do limpa-para-brisas....


    toca-toca | n. m.

    Veículo privado de transporte coletivo de passageiros....


    taiataia | n. f.

    Ave palmípede caradriiforme (Rynchops niger) da família dos larídeos, de plumagem preta nas partes superiores e branca nas partes inferiores, com bico grande, vermelho e negro, encontrada na América do Norte e do Sul....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.