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    recortou-nos

    crenado | adj.

    Que tem crenas ou recortes (ex.: folhas com margem crenada)....


    ferronha | adj. f.

    Diz-se da noz cujo miolo está muito agarrado à casca ou que tem os septos muito recortados, dificultando a extração da amêndoa....


    franjado | adj.

    Guarnecido de franja....


    laciniado | adj.

    Recortado em tiras estreitas e irregulares....


    Folha palminervada e com recortes que não chegam a metade do limbo....


    sinuado | adj.

    De bordas recortadas; chanfrado....


    traqueo- | elem. de comp.

    Exprime a noção de traqueia (ex.: traqueoscopia)....


    Diz-se da folha peninérvea cujos recortes não atingem a metade do limbo, apresentando várias entradas profundas que formam lóbulos de cada lado da nervura central....


    almeirão | n. f.

    Planta herbácea (Cichorium intybus) da família das asteráceas, de raiz cónica grossa e profunda, flores azuladas e folhas lanceoladas e recortadas, usadas na alimentação....


    dentelete | n. m.

    Quadrado sobre o qual se recortam os dentículos....


    miriofilo | n. m. | adj.

    Planta halorragidácea das águas estagnadas....


    festão | n. m.

    Ornamento composto de elementos diversos (flores naturais ou artificiais, folhagem, figuras em papel recortado, etc.) ligados por um fio que se suspende para decorar ruas, praças, salas, etc....


    fêtão | n. m.

    Designação vulgar de várias plantas pteridófitas com folhas muito recortadas....


    heterodonte | n. m. | adj. 2 g.

    Género de répteis ofídios, não venenosos, das regiões quentes....


    pica-ponto | n. m.

    Instrumento de sapateiro para imprimir uma espécie de recortes na borda da sola do calçado....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.