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    recomendares-tas

    Que recomenda ou que é próprio para recomendar....


    Expressão usada para recomendar confiança nas pessoas que têm experiência....


    Horácio alude nestes termos ao autor da Odisseia e recomenda o seu exemplo a todos os poetas épicos....


    trendy | adj. 2 g. 2 núm.

    Que está na moda ou constitui uma tendência (ex.: decoração trendy; recomendações trendy)....


    bando | n. m.

    Grupo de pessoas para um fim comum....


    empenhoca | n. f.

    Conjunto de influências que se movem em favor de alguém....


    esconjuro | n. m.

    Juramento com imprecação....


    ciclorrota | n. f.

    Trajeto que corresponde ao caminho recomendado ou sinalizado para chegar a um destino ou para fazer um circuito de bicicleta....


    peseta | n. f.

    Antiga unidade monetária de Espanha (código: ESP) e de Andorra, substituída pelo euro em 2002....


    maridagem | n. f.

    Ato ou efeito de maridar ou de se maridar....


    clique | n. f.

    Grupo de malfeitores ou de pessoas consideradas pouco recomendáveis....


    evicção | n. f.

    Ato de desapossar do que foi ilegitimamente adquirido....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?