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    recatam-tas

    casto | adj.

    Que tem castidade....


    discreto | adj.

    Que tem ou denota discrição....


    recatado | adj.

    Que não quer dar nas vistas....


    Equivalente latino do nome que davam os judeus ao lugar mais santo e mais recatado do templo; aplica-se a qualquer lugar defeso aos profanos....


    modéstia | n. f.

    Desejo de não dar nas vistas....


    pudicícia | n. f.

    Qualidade do que é pudico....


    pudor | n. m.

    Sentimento de desconforto ou mal-estar causado por algo que possa pôr em causa a modéstia, a timidez ou determinados padrões morais ou comportamentais....


    pundonor | n. m.

    Sentimento de dignidade, brio....


    honra | n. f. | n. f. pl.

    Sentimento do dever, da dignidade e da justiça....


    recato | n. m.

    Resguardo; segredo....


    recado | n. m. | n. m. pl.

    Participação verbal; comunicação....


    esguardo | n. m.

    Consideração; resguardo; recato....


    recolhimento | n. m.

    Ato ou efeito de recolher ou de recolher-se....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?