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    ranhamos-lho

    ranhento | adj.

    Que tem ranho (ex.: nariz ranhento)....


    monco | n. m.

    Humor espesso, segregado pela mucosa do nariz....


    langanho | n. m.

    Substância espessa e pegajosa....


    langonha | n. f.

    Substância espessa e viscosa....


    ranheta | n. f. | n. 2 g.

    Entalhe triangular que se faz no tronco do pinheiro para extração da resina....


    ranho | n. m.

    Humor mucoso das fossas nasais....


    baba | n. f. | n. m.

    Saliva que escorre da boca....


    ranhão | n. m.

    Pau ou fragueiro com que se varre o forno de lenha....


    ranhar | v. tr. e intr.

    Arranhar; esgaravatar (ex.: ranhar o chão; as galinhas ranhavam)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?