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    RABISCAMOS-MA

    gajato | n. m.

    Pau recurvado na parte superior que serve de bordão....


    gatafunho | n. m.

    Escrita ou desenho pouco claros....


    gatimanho | n. m.

    Sinal feito com as mãos....


    caneta | n. f.

    Pequena haste em que se encaixa ou a que se adapta um lápis ou a que se ajusta um aparo, para que se possa escrever....


    pichagem | n. f.

    Ato ou efeito de pichar (ex.: faz pichagens em muros degradados)....


    sarrabisco | n. m.

    Escrita ou desenho pouco claros....


    picho | n. m.

    Ato ou efeito de pichar....


    rabiscador | adj. n. m.

    Que ou aquele que rabisca....


    esferográfica | adj. f. n. f.

    Diz-se de ou instrumento que contém um reservatório de tinta espessa que, através do contacto com uma pequena esfera de metal acoplada no fim do reservatório, serve para escrever ou rabiscar....


    gatimonho | n. m.

    Sinal feito com as mãos....


    garatuja | n. f.

    Escrito ou desenho malfeito....


    garatujo | n. m.

    Escrito ou desenho malfeito....


    esgaratujar | v. tr. | v. intr.

    Fazer garatujas em; encher de garatujas....


    garatujar | v. tr. | v. intr.

    Rabiscar, encher de garatujas....


    pichar | v. tr. | v. tr. e intr.

    Aplicar piche ou pez a....


    rabiscar | v. intr. | v. tr.

    Fazer rabiscos....


    sarrabiscar | v. tr. e intr.

    Fazer sarrabiscos ou gatafunhos....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?