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    quitaste-to

    quitativo | adj.

    Relativo a quitação ou que serve para fazer quitação (ex.: entrega quitativa, processo quitativo)....


    solto | adj.

    Que se soltou....


    remição | n. f.

    Ato ou efeito de remir ou de se remir....


    saldo | n. m. | adj.

    Resto....


    Quitação formal, por escrito, através da qual o credor prescinde de uma dívida que não foi paga....


    liberação | n. f.

    Extinção de obrigação ou dívida....


    quita | n. f.

    Remissão ou desobrigação de dívida, encargo ou obrigação....


    quite | adj. 2 g. | n. m.

    Livre de dívida; desobrigado....


    resgate | n. m.

    Ato ou efeito de resgatar....


    boleto | n. m.

    Ordem escrita para que um particular dê alojamento a militares....


    descarga | n. f.

    Ato ou efeito de descarregar....


    recibo | n. m.

    Declaração escrita de se ter recebido algo....


    quitador | adj. n. m.

    Que ou aquele que quita....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?