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    QUESTIONAVAM-TOS

    daí | contr.

    Usa-se para indicar a origem ou a proveniência de um local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: saímos daí ainda de madrugada)....


    então | adv.

    Nesse ou naquele tempo ou ocasião....


    adei | interj.

    Usa-se para questionar o que foi dito anteriormente....


    quid juris | loc.

    Usa-se para questionar qual é a solução que dá o direito, a jurisprudência....


    quid novi | loc.

    Usa-se para questionar o que há de novidade....


    unde salus | loc.

    Expressão usada para questionar onde está a salvação, de onde virá a salvação ou o remédio....


    tema | n. m.

    Assunto, matéria....


    Passagem para a posição do tópico ou da parte do enunciado sobre a qual o resto do enunciado fornece informação ou que o resto do enunciado comenta ou questiona....


    Qualidade do que se pode questionar, do é questionável....


    seguidismo | n. m.

    Qualidade de quem segue ou é defensor incondicional de alguma ideia, teoria ou partido, sem nunca se questionar ou fazer juízos de valor....


    óbvio | adj. | n. m.

    Que salta à vista....


    quê | n. m. | pron. interr. | interj.

    Dificuldade, complicação (ex.: ainda há uns quês por resolver)....


    Qualidade do que é fundamental (ex.: o filósofo questiona a fundamentalidade de tal teoria)....


    Qualidade do que não pode ser questionado, do é inquestionável....


    inconformista | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Relativo a inconformismo....


    causa | n. f.

    Agente eficaz que dá existência ao que não existia....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?