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    Proibia-te

    proibido | adj.

    Que não é autorizado (ex.: relacionamento proibido)....


    Máxima que se cita quando se alude a uma regra ou proibição severa, mas que é forçoso acatar e cumprir....


    Expressão com que Santo Inácio de Loyola prescreve, nas suas Constituições VI, 1, aos Jesuítas, disciplina e obediência aos seus superiores, salvo nos casos em que a consciência o proibir....


    permitido | adj.

    Que se permitiu ou que tem permissão....


    defeso | adj. | n. m.

    Que é alvo de uma proibição (ex.: tempo defeso; terreno defeso; apreenderam objetos defesos)....


    marrão | n. m.

    Porco novo que deixou de mamar....


    meças | n. f. pl.

    Ato de medir, confrontar ou comparar....


    meia-cara | n. 2 g.

    Escravo que era importado por contrabando quando já estava proibido o tráfico....


    pictograma | n. m.

    Desenho, sinal de uma escrita pictográfica....


    proscrito | adj. | n. m.

    Que sofreu proscrição....


    tabu | n. m. | adj. 2 g.

    Proibição de determinada ação, de aproximação ou contacto com algo ou alguém que é considerado sagrado....


    embargo | n. m. | n. m. pl.

    Obstáculo; estorvo; apreensão....


    Prática que consiste em impor taxas de importação excessivamente altas....


    dopagem | n. f.

    Ato ou efeito de dopar ou de se dopar....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.