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    Programaras-nos

    programável | adj. 2 g.

    Diz-se de um dispositivo automático cujo programa de trabalho se introduz por meio de um suporte, tal como a fita perfurada ou magnética, e pode, pois, ser facilmente modificada....


    EPS | sigla

    Sigla de Encapsulated Post Script, formato de ficheiro utilizado para transferir informações de imagem em Post Script de um programa para outro....


    retrocompatível | adj. 2 g.

    Que é compatível com uma versão anterior (ex.: o programa é retrocompatível com sistemas operativos mais antigos)....


    estultificante | adj. 2 g.

    Que estultifica, que torna estúpido (ex.: programa estultificante)....


    Relativo a mísseis ou à missilística (ex.: ameaça missilística; programa missilístico; tecnologia missilística)....


    diapositivo | n. m.

    Imagem fotográfica positiva em suporte transparente para projeção....


    mira | n. f.

    Peça que, numa arma de fogo, regula a pontaria....


    monitor | n. m.

    Aquele que dá conselhos, lições, etc....


    repertório | n. m.

    Índice alfabético das matérias contidas num livro....


    slide | n. m.

    Imagem fotográfica positiva transparente colocada num suporte destinado a projeção de quadros inanimados em cinema, televisão, salas de conferência, aulas, etc....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.