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    processa-ma

    eletivo | adj.

    Relativo a eleição (ex.: assembleia geral eletiva; congresso eletivo; processo eletivo)....


    Diz-se de um novo processo pedagógico em que os conhecimentos relativos a cada coisa se tomam em globo e não parcelados....


    justaposto | adj.

    Posto ao lado e contíguo; que se justapôs....


    Que tem ou se processa a igual temperatura....


    Diz-se das regras judiciais que respeitam à instrução do processo, ao procedimento das partes e dos juízes....


    processual | adj. 2 g.

    Relativo a processo judicial (ex.: erro processual)....


    revisório | adj.

    Relativo a revisão (ex.: juízo revisório; processo revisório)....


    fermentante | adj. 2 g.

    Que está a fermentar ou em processo de fermentação....


    Relativo a fotolitografia (ex.: processo fotolitográfico)....


    intersetorial | adj. 2 g.

    Que se processa entre vários setores....


    falencial | adj. 2 g.

    Relativo a falência (ex.: processo falencial)....


    conativo | adj.

    Relativo a conação (ex.: processo conativo)....


    desmotivante | adj. 2 g.

    Que anula ou reduz a motivação; que desmotiva (ex.: o processo foi longo e desmotivante)....


    Relativo a um processo que se realiza com absorção de calor (ex.: processos endotérmicos; reações endotérmicas; transformação endotérmica)....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?