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    procedente

    concludente | adj. 2 g.

    Que conclui ou leva a uma conclusão (ex.: raciocínio concludente)....


    dimanante | adj. 2 g.

    Procedente, resultante....


    oriundo | adj.

    Proveniente; originário; procedente; natural....


    procidente | adj. 2 g.

    Que se desloca ou cai para diante....


    producente | adj. 2 g.

    Concludente; procedente; lógico....


    vindo | adj.

    Proveniente; procedente....


    disbasia | n. f.

    Aberração no andar, procedente de perturbações do sistema nervoso....


    psiquismo | n. m.

    Conjunto de fenómenos procedentes da alma ou a ela relativos....


    angioedema | n. m.

    Inchaço localizado, com origem subcutânea ou submucosa ou nas camada mais profundas da pele, que geralmente afeta a cara, a boca ou a garganta (ex.: angioedema adquirido; angioedema alérgico; angioedema emocional; angioedema hereditário)....


    mulata | adj. f. | n. f.

    Mulher procedente de pai branco e mãe negra ou vice-versa....


    omíada | n. 2 g. | adj. 2 g.

    Membro dos omíadas, dinastia árabe procedente de Omia que se estabeleceu em Córdova....


    toríbio | n. m.

    Avelório de cristal, procedente da Índia....


    zígnia | n. f.

    Planta decorativa procedente da África....


    málaga | n. m.

    Vinho procedente de Málaga....


    dimanado | adj.

    Que dimana ou provém de algo....


    gris | adj. 2 g. | n. m. | n. f.

    Peliça parda, própria para agasalho ou ornato, e procedente de um esquilo do norte da Europa....


    proveniente | adj. 2 g.

    Que provém; que tem origem em algo ou alguém....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?