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    predizer-mas

    predito | adj.

    Que se predisse....


    profético | adj.

    Relativo a profeta ou a profecia....


    preditivo | adj.

    Que prediz ou que é relativo a uma predição....


    tefromante | n. 2 g.

    Pessoa que prediz o futuro pela inspeção da cinza de sacrifícios; praticante de tefromancia....


    sideromante | n. 2 g.

    Pessoa que prediz o futuro pela observação da queima de palhas numa barra de ferro em brasa; praticante de sideromancia....


    lampadomante | n. 2 g.

    Pessoa que alegadamente prediz o futuro pela inspeção da cor e do movimento de uma chama ou lâmpada; praticante de lampadomancia....


    antracomante | n. 2 g.

    Pessoa que supostamente prediz o futuro por meio do exame de carvão incandescente; praticante de antracomancia....


    catoptromante | n. 2 g.

    Pessoa que prediz o futuro por meio do exame de espelhos; praticante de catoptromancia....


    ceromante | n. 2 g.

    Pessoa que prediz o futuro por meio do exame de cera derretida; praticante de ceromancia....


    halomante | n. 2 g.

    Pessoa que prediz o futuro por meio do exame de sal; praticante de halomancia....


    arúspice | n. m.

    Sacerdote que predizia o futuro consultando as entranhas das vítimas dos sacrifícios....


    cartomante | n. 2 g.

    Pessoa que alegadamente prediz o futuro por meio de cartas....


    genetlíaco | adj. | n. m.

    Relativo ao nascimento; que o celebra....


    Arte de predizer o futuro pela observação dos astros....


    horoscopia | n. f.

    Arte de predizer o futuro pela inspeção da disposição relativa dos astros....


    profetisa | n. f.

    Mulher que prediz por inspiração divina....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?