Pesquisa nas Definições por:

    purificavam-mas

    lustral | adj. 2 g.

    Que purifica ou serve para purificar (ex.: banho lustral; recebeu as águas lustrais do batismo; sacramento lustral)....


    abluente | adj. 2 g.

    Que serve para abluir....


    ablução | n. f.

    Ato ou efeito de lavar ou de ser lavar....


    aloetina | n. f.

    Suco de aloés purificado....


    barrela | n. f.

    Solução alcalina usada para clarear roupa suja....


    emundação | n. f.

    Expurgação, pureza, purificação (moral)....


    massuca | n. f.

    Pedaço de ferro ainda não purificado....


    purgação | n. f.

    Ato ou efeito de purgar, limpar ou purificar....


    antracite | n. f. | n. m. | adj. 2 g. 2 núm.

    Carvão fóssil, negro e brilhante, de difícil combustão, que arde sem chama, sem fumo e sem cheiro (ex.: técnicas de purificação da antracite)....


    Aplicação da eletricidade à purificação e extração dos metais....


    metalurgia | n. f.

    Arte de extrair os metais dos seus minérios, de os purificar e de os manipular industrialmente....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?