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    provocaras-tas

    acinésico | adj.

    Que não se mexe; privado de movimento....


    contundente | adj. 2 g.

    Que pode provocar lesão ou contusão pela pressão exercida numa parte do corpo, batendo ou chocando (ex.: arma contundente; instrumento contundente; pancada contundente)....


    dolorido | adj.

    Dorido, magoado, ressentido....


    Não aconselhado nem forçado; feito ou dito de livre vontade....


    evacuante | adj. 2 g.

    Que evacua; que provoca a evacuação....


    hílare | adj. 2 g.

    Que mostra alegria ou contentamento....


    irrisório | adj.

    Que provoca riso escarninho....


    ingente | adj. 2 g.

    De grandes dimensões....


    leteu | adj.

    Relativo ao Lete ou Letes, um dos rios do Hades, reino dos mortos da mitologia grega, cujas águas provocavam o esquecimento....


    perfurante | adj. 2 g.

    Que perfura, que penetra....


    provocante | adj. 2 g.

    Que provoca com insulto....


    ptármico | adj.

    Que provoca o espirro e a secreção do muco nasal....


    suado | adj.

    Que tem suor ou que suou....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?