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    prostravas-nos

    curvo | adj.

    Em forma de arco....


    fulminado | adj.

    Ferido (pelo raio ou pelo que se lhe compara)....


    súplice | adj. 2 g.

    Que suplica; que está em atitude de quem suplica....


    caído | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Que caiu....


    extenuação | n. f.

    Enfraquecimento; prostração; cansaço....


    ademonia | n. f.

    Abatimento de espírito, esgotamento, prostração....


    espinhela | n. f.

    Apêndice cartilagíneo que termina a parte inferior do esterno....


    genica | n. f.

    Maneira enérgica ou vigorosa de agir, de falar ou de querer....


    marasmo | n. m.

    Magreza e fraqueza extremas....


    opressão | n. f.

    Ato ou efeito de oprimir....


    atimia | n. f.

    Desalento, abatimento, prostração do doente....


    exaustão | n. f.

    Ato ou efeito de exaurir....


    quebreira | n. f.

    Estado de grande fadiga física ou mental....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?