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    PROFESSAM-MAS

    apolítico | adj.

    Que é estranho à política....


    profitente | adj. 2 g.

    Que professa alguma doutrina, seita ou religião....


    Com todo o cuidado, com a maior atenção; com verdadeiro conhecimento de causa....


    extremista | n. 2 g. | adj. 2 g.

    Pessoa que professa ou pratica o extremismo....


    lamaísmo | n. m.

    Budismo professado pelos lamas do Tibete....


    pupila | n. f.

    Órfã que está sob a direção de um tutor....


    anglicano | adj. | n. m.

    Relativo ao anglicanismo....


    cristão | adj. | n. m.

    Que professa o cristianismo ou lhe é relativo....


    esposa | n. f.

    Pessoa do sexo feminino casada com outra, em relação a esta....


    homeopata | n. 2 g.

    Partidário da homeopatia ou que a professa....


    progressista | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Que professa ideias de progresso....


    tauista | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Relativo ao tauismo....


    atomista | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Que professa a doutrina do atomismo....


    liberal | adj. 2 g. | n. m.

    Partidário da liberdade....


    liberalismo | n. m.

    Sistema dos que professam ideias liberais (político-sociais ou somente políticas)....


    babismo | n. m.

    Religião desenvolvida à volta da doutrina professada pelo reformador persa Babe e seus sucessores....


    catolicidade | n. f.

    Universalidade que a Igreja católica se atribui....


    freira | n. f.

    Mulher que professou em ordem religiosa....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.