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    principia-tas

    flavescente | adj. 2 g.

    Que principia a tornar-se flavo....


    glabrescente | adj. 2 g.

    Que principia a tornar-se glabro....


    novel | adj. 2 g.

    Que existe há pouco tempo....


    relativo | adj.

    Que tem relação, que não é alheio a: nascer e morrer são termos relativos....


    te deum | loc.

    Cântico de ação de graças da Igreja cristã que principia pelas palavras "Te Deum Laudamus"....


    oxina | n. f.

    Vinho que principia a azedar....


    tronco | n. m. | adj.

    Parte da árvore compreendida entre a raiz e os primeiros ramos ou pernadas....


    Estado de quem se move ou se atrapalha muito, sem saber que fazer ou que dizer, nem por onde principiar....


    origem | n. f.

    Princípio....


    tiara | n. f.

    Mitra de tríplice coroa que o papa usa em certas cerimónias....


    incipit | n. m.

    Conjunto formado pela primeira ou primeiras palavras de um texto sem título....


    tedéu | n. m.

    Cântico de ação de graças da Igreja cristã que principia pelas palavras "Te Deum Laudamus"....


    principiante | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Que está em princípio ou que principia....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?