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    posterguemos-mos

    postergável | adj. 2 g.

    Que se pode postergar, adiar (ex.: financiamento postergável)....


    impostergável | adj. 2 g.

    Que não se pode postergar, adiar (ex.: tarefa impostergável)....


    | n. f.

    Espaço que se estende da popa até ao terço médio do navio....


    postergador | adj. n. m.

    Que ou aquele que posterga....


    adiar | v. tr.

    Transferir para outra data....


    antecipar | v. tr. | v. pron.

    Fazer suceder antes do tempo devido ou determinado....


    atropelar | v. tr. | v. pron.

    Deitar ao chão e passar por cima....


    omitir | v. tr.

    Preterir; esquecer; postergar; olvidar....


    pospor | v. tr.

    Pôr depois....


    postecipar | v. tr.

    Transferir para uma data posterior (ex.: acusou o governo de antecipar impostos e postecipar pagamentos)....


    postergar | v. tr.

    Deixar para trás, dando preferência a pessoa ou coisa que não deveria ser preferida....


    transgredir | v. tr.

    Passar além do limite razoável....


    protelar | v. tr.

    Transferir para uma data posterior....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?