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    posicionamos-vos

    proa | n. f. | n. 2 g.

    O rosto de um barco....


    proeiro | n. m.

    Marinheiro que vigia a proa....


    mirabe | n. m.

    Nicho, geralmente decorado com um arco e duas colunas, disposto na parede de uma mesquita, voltado para Meca, em frente ao qual o imã se posiciona, de costas para os fiéis, projetando assim a voz durante as orações....


    espotagem | n. f.

    Ação de observar os posicionamentos de tiros de artilharia e anotar ou comunicar correções para melhorar a pontaria de novos tiros....


    fogueteiro | n. m. | adj. n. m.

    Fabricante de foguetes e de outras peças vulgares de pirotecnia....


    posicionar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Colocar(-se) em determinada posição....


    reposicionar | v. tr. e pron.

    Posicionar ou posicionar-se novamente (ex.: reposicionou as imagens; os jogadores reposicionaram-se)....


    reposicionável | adj. 2 g.

    Que se pode posicionar de outra forma ou noutro lugar (ex.: adesivo reposicionável)....


    Processo de localização geográfica de determinado objeto espacial através da atribuição de coordenadas....


    GPS | n. m. 2 núm.

    Sistema que, através de um conjunto de satélites, fornece a um aparelho móvel a sua posição em relação às coordenadas terrestres....


    assistir | v. tr.

    Estar presente; ser testemunha ou espetador....


    Instrumento musical de sopro direto, sem palheta, que se toca soprando num orifício lateral e que se posiciona horizontalmente em relação à boca....


    flauta | n. f. | n. 2 g. | n. f. pl.

    Instrumento musical de sopro direto, sem palheta....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.